O combate à fome na perspectiva de um Diretor-Geral da FAO brasileiro
DOI:
https://doi.org/10.36920/esa33-1_08Resumo
A trajetória que leva Graziano à FAO tem raízes na Universidade Estadual de Campinas, a Unicamp, onde pesquisou e lecionou nas áreas de Economia Agrária, Desenvolvimento Rural e Segurança Alimentar por mais de 30 anos. Ao longo da carreira publicou, sozinho ou em parceria, mais 100 artigos acadêmicos e 30 livros, e recebeu prêmios e honrarias de diversas universidades nacionais e estrangeiras. Este caminho acabou levando-o à aproximação com o Partido dos Trabalhadores e com o então líder operário, Luíz Inácio Lula da Silva, como nos explica. Graziano desempenhou um papel central no desenvolvimento do Programa Fome Zero em 2001, que se tornou uma das iniciativas mais bem-sucedidas durante o primeiro governo do petista, de 2003 a 2010. Ele também serviu como Ministro Extraordinário da Segurança Alimentar e Combate à Fome do Presidente Lula por dois anos e foi responsável por colocar em prática a estratégia Fome Zero. Posteriormente, tornou-se Diretor Regional da FAO para a região da América Latina e do Caribe. A inestimada – e tragicamente efêmera – saída do Brasil do Mapa da Fome da FAO, em 2014, ocorre durante sua a sua presidência daquela Organização. Nesta entrevista, ele nos fala sobre sua visão acerca dos problemas da alimentação ao longo das décadas, culminando na avaliação do panorama da fome no Brasil e no mundo contemporâneos.
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